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Capa de Styliman Ikoyi Eso
Styliman Ikoyi Eso

Styliman Ikoyi Eso

Artista

Lagos

Músico · Cantor-compositor

Afrobeats, Country, K-Pop, Pop, R&B

___STYLIMAN — O DIÁRIO DE UMA JORNADA QUE SE RECUSAVA A END___ Meu nome é Styliman, também conhecido como Ikoyi Eso, um artista independente de Afrobeats do Estado de Ogun, Nigéria, baseado em Lagos. Minha jornada musical não começou ontem, e nunca foi construída sobre atalhos. Comecei a me dedicar seriamente à música em 2003 e comecei a gravar profissionalmente em 2005. Muito antes das redes sociais, plataformas de streaming e a revolução digital transformarem a indústria musical, eu já estava escrevendo, gravando, me apresentando, aprendendo e buscando minha própria identidade como artista. Ao longo dos anos, continuei desenvolvendo um som influenciado pelo Afrobeats, cultura iorubá, experiências de rua, amor, relacionamentos, dificuldades, esperança e vida cotidiana. Ao longo dessa jornada, construí um catálogo que representa diferentes estações da minha vida. Entre os projetos que ajudaram a definir minha jornada estão "GREATNESS", um EP colaborativo com HEFTY BADDEST, um talentoso cantor, rapper e produtor; "REGRAS DO CONTINENTE E PEDRAS INSULARES" (EP. MRIR); e "IT'S NOW OR NEVER" (EP IN&ON). Junto com esses projetos, vieram singles que se tornaram capítulos importantes da história, incluindo "PON IT", "JAIYE", "TRENCHES" e "SUGAR." Meus discos colaborativos também tiveram um papel significativo na minha jornada, com músicas como "BABA", "SEE ME TODAY", "KOMA GBON", "LYRICALLY BAD" e muitas outras. Cada projeto e colaboração representa uma experiência diferente, um período criativo distinto e mais uma parte da história que venho construindo por mais de duas décadas. À medida que minha jornada continuava, a música também avançava. Meu catálogo se expandiu com discos como "Love Language", "Dangerous Love", "Rain Remix", "Wahala No Dey Finish", "Woman Wrapper", "Walk Alone" e muitos outros. Essas músicas exploram diferentes lados de mim — do amor e dos relacionamentos à luta, sacrifício, decepção, celebração e as realidades do cotidiano. Não quero simplesmente fazer músicas que soem bem; Quero que minha música carregue experiências que as pessoas possam reconhecer, sentir e lembrar. Cada registro é mais uma página no diário. Ser um artista independente me ensinou lições que nenhuma sala de aula poderia ensinar. Financiei projetos, gravei e lancei músicas, cuidei da distribuição, publicação e registro de royalties, construí meu próprio público e continuei lutando sem a maquinaria de uma grande gravadora ao meu lado. Lancei quase 100 músicas, enquanto construía minha presença em grandes plataformas, incluindo Spotify, Apple Music, Boomplay, YouTube, Audiomack e outras. Mas os números nem sempre refletiram os anos de sacrifício por trás da música. Uma das partes mais difíceis dessa jornada foi ver a indústria mudar enquanto tentava sobreviver como artista independente. As redes sociais criaram novas oportunidades, mas também criaram novos desafios. Às vezes as pessoas veem os seguidores e assumem que tudo é fácil. Às vezes eles veem o artista, mas não os anos de sacrifício por trás dele.